© 2019 Designer por Julio Vallim

  

logo_low_res.png

APOIO :

Escala, Campo Harmônico e Progressão Harmônica

April 23, 2017

 

 

ESCALA DIATÔNICA / ESCALA MAIOR

 

A escala diatônica é composta somente por notas naturais, é representada pela escala de DÓ MAIOR.  A estrutura das escalas maiores é a seguinte: T-T-ST-T-T-T-ST.                   

T( TOM )           ST ( SEMITOM )

 

ESCALA DE DÓ MAIOR:    C - D- E- F- G-A - B - C, notas que formam a escala.

                                                    T  -  T -  ST- T -  T -  T   -  ST

 

Padrão, bloco, quadratura: região de casa da escala, cada uma possui três ou quatro casas. Cada padrão começa na 6a. corda, partindo de uma sequência por uma a uma das notas que pertencem a escala.

 

EX: Na escala de DÓ, os blocos começam de E - F - G - A - B - C - D, sendo o bloco que inicia em DÓ o principal da escala. Os desenhos são sempre os mesmos, de acordo com o tom que se toca os blocos mudam de posição, por exemplo: se a escala que se quer é a de DÓ, o desenho principal está na região iniciando por DÓ na 6a. corda; para mudar o tom , por exemplo, para A, toca-se o desenho principal partindo da nota A da 6a. corda.

 

 

              

 

                               ESCALAS MENORES

 

A FORMAÇÃO DAS ESTRUTURAS DAS ESCALAS MENORES DÁ-SE DA SEGUINTE MANEIRA: 

 

T - ST - T - T- ST- T- T-            T ( TOM )         ST ( SEMITOM )

 

ESCALA DE C MENOR : C - D - Eb - F - G - Ab - Bb - C

 

EXISTEM TRÊS TIPOS DE ESCALAS MENORES: ESCALA MENOR NATURAL, MELÓDICA E HARMÔNICA.

 

               

                       CAMPO HARMÔNICO

 

Campo harmônico é a relação das notas de uma escala em relação aos acordes de determinado tom.

Por exemplo: para colocarmos os acordes do campo harmônico de C, devemos relacionar os acordes de cada grau que possui as notas correspondentes a escala de C.

 

NOTAS DA ESCALA DE C MAIOR: C- D- E- F- G- A- B- C

 

GRAUS:      I               II               III               IV               V               VI               VII               VIII

                   C                D               E                 F                G                 A                 B                   C

 

PEGANDO OS ACORDES DE CADA GRAU QUE POSSUEM SOMENTE NOTAS NATURAIS TEMOS:

      I                 II                III                 IV              V                 VI                VII             VIII

    C                Dm             Em               F               G                 Am             Bm5b          

( C-E-G )    ( D-F-A )     ( E-G-B )      ( F-A-C )     ( G-B-D )   (A-C-E )        ( B-D-F )         

 

 

Para uma estrutura simples de harmonia temos: I  -  V  -  IV  -  VI

 

I  -  TÔNICA OU FUNDAMENTAL

V -  DOMINANTE

IV - SUBDOMINANTE

VI - RELATIVO

 

 

A partir disto podemos realizar diversos arranjos para um tom. O mesmo vale para qualquer outro Campo Harmônico.

 

Assim, teremos como uma progressão simples em arranjo para o campo harmônico de C:

  / C / G / F / Am /, respectivamente I - V - IV - VI - graus, ou seja: tônica,dominante, subdominante e relativa. Tente também criar suas próprias progressões e arranjos para os campos harmônicos.

 

 

 

Progressão Harmônica

 

Há uma diferença entre um acorde maior e um menor. Os músicos e estudantes de música, quando tentam expressar em palavras tal diferença, costumam dizer que o som dos acordes maiores são mais alegres, enquanto os acordes menores são mais tristes. Dessa forma, músicas com motivos tristes, tendem a ser construídas em acordes menores e vice-versa. Este tipo de sentimento que é normalmente gerado por diferentes acordes é também utilizado na construção de padrões sequenciais denominados progressões. Pegue-se uma sequência de acordes qualquer de uma música, como por exemplo, o padrão I, IV, V (C F G C). Isto é uma progressão de acordes. Se essa sequência for tocada várias consecutivas experimentando diferentes ritmos e batidas será possível observar que todos os acordes se encaixam perfeitamente. Há um apelo entre os acordes, um acorde criando uma tensão maior ou menor. Este "apelo" é comumente denominado de tensão, ou seja, certos acordes conduzem à uma tensão crescente, acumulando tensão. Quando se volta ao C (Tônica) esta tensão é liberada. É possível perceber, ouvindo a algumas músicas essa tensão se acumulando em determinados trechos, até atingir um clímax (com certa frequência a parte mais alta), para ser em seguida liberada. Esta progressão tomada como exemplo, que é uma das mais comuns nos dias atuais, é denominada de progressão I IV V, (aquela citada no exemplo acima) e tem justamente estas características de acúmulo de tensão e posterior liberação.

Ela é denominada I IV V porque é composta dos acordes de numero I, IV e V de uma escala musical, neste caso a de C. Veja abaixo:

C I D II E III F IV G V A VI B VII C VIII


Na escala de D, por exemplo, ela teria a seguinte formação: D G A D.

Uma outra progressão bastante comum é a I III IV. Que na escala de C resultaria em C E F. E na escala de E, por exemplo, E G# A. Experimente com esta progressão em diferentes escalas e com diferentes batidas.


A progressão de blues também é algo muito importante e deve ser estudada. Um grande número de canções baseia-se em progressões típicas e relativamente fáceis de serem aprendidas, através das quais é possível "tirar" músicas e "levar" outras sem conhecer sua composição. As progressões constituem-se apenas numa base que permite inúmeras variações, e não em regras fixas. Os grandes músicos são justamente aqueles que de certa forma desrespeitam estas progressões sem quebrar a harmonia do conjunto musical, ou seja, a tensão é acumulada e quebrada através de uma progressão não convencional de acordes utilizando-se da criatividade.

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Em Destaque

Aluno do Mês - Geovane Barbosa

December 31, 2017

1/10
Please reload

Posts Recentes